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domingo, 28 de maio de 2017

EXERCÍCIOS DE FISIOLOGIA DO SISTAMA CARDIOVASCULAR E ELETROCARDIOGRAMA



1.Faça um esquema com palavras e setas demonstrando o circuito cardiovascular.
 VD→ Artéria Pulmonar→ Pulmões(hematose)→ Veias Pulmonares→ AE→ VE→ Artéria Aorta→ Artérias Sistêmicas→ Artérias Menores→ Arteríolas→ Capilares Arteriais→ Tecidos→ Capilares Venosos→ Vênulas→ Veias Maiores→ Veia Cava→ AD→ VD.
  
 2. Qual é o trajeto dos impulsos no coração ?
 
  Nodo sinusal→ musculatura contrátil atrial(banda inter-atrial anterior)→ átrio esquerdo.
Nodo sinusal→ vias internodais→ nodo atrial ventricular→ feixe átrio-ventricular→ fibras de Purkinje→ musculatura contrátil ventricular.
3. Qual a importância do intervalo de 0,16 s que se verifica na passagem dos impulsos antes que eles atinjam a musculatura contrátil ventricular ? 
 Esse tempo é necessário para que possa ocorrer o completo esvaziamento dos átrios antes que aconteça a contração ventricular.
4. Qual é o efeito sobre o coração da estimulação das fibras autonômicas parassimpáticas?
 A secreção de acetil  colina, a diminuição da descarga de impulsos pelo nodo sinusal, a diminuição da condução de impulsos pelas vias condutoras e a diminuição da frequência cardíaca.
5. Qual é o efeito sobre o coração da estimulação das fibras autonômicas simpáticas ?
 Secreção de noraepinefrina, aumento das descargas de impulsos pelo nodo sinusal, aumento da condução de impulsos pelas vias condutoras, aumento da força de contração do coração e aumento da frequência cardíaca .
6. Qual é o significado da onda P ? 
 Ela reflete o processo de despolarização atrial .
7. Qual é o significado do complexo QRS? 
 Ele reflete o processo de despolarização ventricular .
8. Qual é o significado da onda T ?
 Ela reflete o processo de repolarização ventricular .
9. Qual o significado da bulha cardíaca S1?  
 Ela resulta do fechamento das valvas  átrio-ventriculares (mitral e tricúspide) .
10. Qual o significado da bulha cardíaca S2? 
 Ela resulta do fechamento das valvas pulmonar e aórtica.
11. Qual o significado da bulha cardíaca S3? 
 Ela resulta do rápido fluxo sanguíneo dos átrios para os ventrículos.
12. Qual o significado da bulha cardíaca S4?
 Ela resulta do enchimento dos ventrículos pelo sangue proveniente dos átrios.
 13.  Qual é a causa da queda da pressão aórtica ?
  É o fato do sangue escoar para as demais artérias.
14. Qual é a relação entre o intervalo PR e frequência cardíaca?
  O aumento da frequência cardíaca relaciona-se com a diminuição do intervalo PR. Em contrapartida a diminuição da frequência cardíaca relaciona-se com o aumento do intervalo PR.
15. O que ocorre com o intervalo PR se acontecer um bloqueio parcial da passagem de impulsos ao nível do nodo átrio-ventricular?   
 O intervalo PR aumenta.
16. O que é Hipertensão Arterial  Sistêmica (HAS) secundária ?
 E aquela que resulta de outra patologia. Ex; diabetes mellitus e doença renal crônica.
17. Mencione os fatores não controláveis no desenvolvimento da HAS .
 Etnia, idade, sexo e hereditariedade .
18. Mencione fatores controláveis relacionado a HAS.
 Alimentação, ingestão de sódio, sedentarismo, tabagismo, alcoolismo, cafeína e contraceptivos hormonais . 
19. Mencione 3 órgãos afetados pela HAS.
 Cérebro, coração e rins .
20. Mencione tipos de drogas utilizadas no controle da HAS.
 Diuréticos, vasodilatadores, inibidores de canais de cálcio, inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina (ECA) e inibidores de receptores de angiotensina 2 .



sábado, 27 de maio de 2017

CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS VÍRUS


Fonte: Livro por Berdell R. Funke, Christine L. Case e Gerard J. Tortora


A questão de o vírus serem ou não organismos vivos tem uma resposta ambígua. A vida pode ser definida como um conjunto complexo de processos resultantes da ação de proteínas codificadas por ácidos nucléicos. Os ácidos nucléicos das células vivas estão todo tempo em atividade. Os vírus não são considerados organismos vivos porque são inertes fora das células  hospedeiras. No entanto, quando penetram em uma célula hospedeira, o ácido nucléico viral torna-se ativo, ocorrendo a multiplicação viral. Sob esse ponto de vista, os vírus então vivos quando proliferam dentro da célula hospedeira, o ácido nucléico viral torna-se ativo, ocorrendo a multiplicação viral. Sob este ponto de vista, os vírus estão vivos quando proliferam dentro da célula hospedeira infectada. Do ponto de vista clínico, os vírus podem ser considerados vivos pois causam infecções e doenças, da mesma forma que bactérias, fungos e protozoários patogênicos. Dependendo do ponto de vista, um vírus pode ser considerado uma agressão excepcionalmente complexa de elementos químicos ou, um microrganismo vivo excepcionalmente simples.
 Como, então definimos um vírus? Os vírus foram, originalmente, diferenciados de outros agentes infecciosos por serem extremamente pequenos (filtráveis) e, por serem parasitas intracelulares obrigatórios -  ou seja, necessitam de células vivas hospedeiras para a sua multiplicação. Contudo, essas duas propriedades são compartilhadas por determinadas bactérias pequenas como algumas riquétsias. Os vírus e as bactérias são comparados na tabela 13.1.
 Sabe-se agora que as características que as características que realmente distinguem os vírus estão relacionadas com sua organização estrutural simples e seu mecanismo de multiplicação. De acordo com isso, os vírus são entidades que: 
  •  Possuem um único tipo de ácido nucléico, DNA ou RNA.
  • Possuem uma cobertura protéica ( às vezes recoberta por um envelope de lipídeos, proteínas e carboidratos) envolvendo o ácido nucléico.
  • Multiplicam-se dentro das células vivas usando a maquinaria de síntese das células.
  • Induzem a síntese de estruturas especializadas capazes de transferir o ácido nucléico viral para outras células.

 Os vírus possuem poucas enzimas próprias ou mesmo nenhuma para seu metabolismo. Por exemplo, não possuem enzimas para a síntese protéica e para a geração de ATP. Os vírus devem-se apossar da maquinaria metabólica da célula hospedeira para a sua multiplicação. Este fato tem uma significância médica considerável para o desenvolvimento de drogas antivirais por que, a maioria das drogas que interferem na multiplicação viral pode também interferir na fisiologia da célula hospedeira sendo, por isso demasiadamente tóxicas para uso clínico.
 

VÍRUS

Fonte: Livro por Berdell R. Funke, Christine L. Case e Gerard J. Tortora

 Vírus

 O químico holandês Adolf Mayer mostrou, em 1886, que a doença do mosaico do tabaco era transmissível de uma planta doente para uma planta sadia. Em 1892, em uma tentativa de isolar a causa da doença do mosaico do tabaco, o bacteriologista russo Dmitri Iwanowski filtrou a seiva de plantas doentes com um filtro de porcelana construído para reter bactérias. Ele esperava encontrar o micróbio preso ao filtro. Descobriu, ao contrário, que o agente infeccioso havia passado através dos diminutos poros do filtro. Quando ele injetou o fluido filtrado em plantas sadias elas contraíram a doença.

 Iwanowski ainda acreditava que o agente fosse uma bactéria suficientemente pequena para passar através do filtro. Mais tarde, no entanto, outros cientistas, liderados pelo botânico holandês Martinus Beijerinck, observaram que o comportamento do agente infeccioso era diferente do das bactérias. Finalmente, no início de 1900, foi estabelecida uma distinção entre bactérias e vírus, os agentes filtráveis causadores da doença do mosaico do tabaco e de muitas outras doenças . ( Vírus é uma palavra latina que significa veneno.) Em 1935, o químico norte-americano Wendell M. Stanley isolou o vírus do mosaico do tabaco tornando possível, pela primeira vez, o desenvolvimento de estudos químicos e estruturais com um vírus purificado. A invenção do microscópio eletrônico aproximadamente na mesma época possibilitou, pela primeira vez, sua visualização. 
 Sabemos, hoje, que os vírus parasitam todos os tipos de organismos vivos. Eles só podem se reproduzir dentro de células. Sabe-se que muitas doenças humanas, bem como muitas doenças de animais e plantas economicamente importantes são causadas por vírus. Os vírus também infectam fungos, bactérias e protistas. Os avanços nas tecnologias de biologia molecular, nos anos 80 e 90, permitiram a identificação de novos vírus humanos.
 Vírus recentemente identificados são denominados vírus emergentes -  vírus que não são necessariamente novos mas que são para medicina ocidental. O vírus da imunodeficiência humana (HIV) teve uma longa história antes de ter sido identificado pela medicina ocidental, em 1983. Os animais selvagens e domésticos são a fonte mais comum de doenças virais emergentes. Embora o Hantavírus tenha sido isolado, pela primeira vez, de roedores, a doença só foi registrada, nos Estados Unidos da América em 1993, quando muitas pessoas do sudeste contraíram a doença e várias morreram.
 Os profissionais da área da saúde pública têm-se preocupado com os riscos representados pelos vírus emergentes e , com  a possibilidade da sua dispersão para novas áreas em consequência das facilidades das viagens internacionais e das mudanças ambientais. Os primeiros casos de febre hemorrágica na Venezuela foram descobertos em 1989 em trabalhadores que estavam abrindo clareiras na floresta . Desde então já foram identificados mais de 100 casos. O vírus da febre hemorrágica Ebola (EHF) que infectou 315 pessoas no Zaire em 1995, demonstra o risco potencial do surgimento de novas infecções. 

Fonte: Livro por Berdell R. Funke, Christine L. Case e Gerard J. Tortora

O Músculo Cardíaco; o Coração como uma Bomba

Fonte : Tratado de Fisiologia Médica - Guyton, Arthur C. / Hall, John E. Décima Edição 


Fisiologia do músculo cardíaco 



 O coração é formado por três tipos principais de músculos cardíaco: músculo atrial, músculo ventricular e fibras musculares especializadas excitatórias e condutoras. Os músculos do tipo atrial e ventricular contraem-se de forma muito semelhante à do músculo esquelético, exceto que a duração da contração é bem maior . Por outro lado, as fibras excitatórias e condutoras contraem-se muito fracamente, porque têm poucas fibrilas contráteis; ao contrário, exibem ritmicidade e velocidade de condução variável, formando um sistema excitatório que controla a ritmicidade da contração cardíaca.

Anatomia Funcional do Músculo Cardíaco 


 A Fig. 9.2 mostra imagem histológica típica do músculo cardíaco, mostrando fibras musculares cardíacas dispostas em treliça, com fibras se dividindo, depois se juntando e, de novo, se separando. Nota-se, imediatamente, a partir dessa figura, que o músculo cardíaco é estriado, como o músculo esquelético típico. Além disso, o músculo cardíaco tem miofribrilas típicas, que contém filamentos de actina e de  miosina, quase idênticos aos encontrados no músculo esquelético; esses filamentos situam-se lado a lado e deslizam uns sobre os outros durante a contração. Do mesmo modo que ocorre no músculo esquelético. Em outros aspectos, o músculo cardíaco é muito diferente do músculo esquelético, como veremos adiante.

O Músculo Cardíaco como um Sincício

 

 As áreas escuras transversais das fibras musculares cardíacas na Fig. 9.2 são chamadas de discos intercalares; na verdade, são membranas celulares que separam células musculares cardíacas individuais umas das outras. Isto é, as fibras musculares cardíacas são formadas por muitas células individuais, conectadas em série umas às outras. Contudo, a resistência elétrica através do disco intercalar é de somente 1/400 da resistência, através da membrana externa da fibra muscular cardíaca, porque as membranas celulares fundem-se entre si, de modo a formar junções "comunicantes" permeáveis (junções abertas), que permitem a difusão, quase totalmente livre, de íons. Portanto, sob o ponto de vista funcional, os íons movem-se com facilidade pelo líquido intercelular, ao longo dos eixos longitudinais das fibras musculares cardíacas, de modo que o potencial de ação trafega de uma célula muscular cardíaca para a próxima, passando pelos discos intercalares, com restrição muito pequena. Assim, o músculo cardíaco é um sincício, formado por muitas células musculares cardíacas, no qual as células cardíacas estão interconectadas de tal modo que, quando uma dessas células é excitada, o potencial de ação se propaga para todas as demais, passando de célula para célula por toda a treliça de interconexões.
 O coração, na verdade, é formado por dois sincícios: o sincício atrial, que forma as paredes dos dois átrios, e o sincício ventricular, que forma a parede dos dois ventrículos. Os átrios estão separados dos ventrículos por um tecido fibroso que circunda as aberturas das válvulas atrioventriculares (A -V) entre os átrios e os ventrículos. Normalmente, os potenciais não são conduzidos do sincício atrial para o ventricular, diretamente por esse tecido fibroso. Ao contrario, somente são conduzidos por meio do sistema especializado de condução chamado feixe A - V, um feixe de fibras condutoras com vários milímetros de diâmetro. Essa divisão do músculo cardíaco em dois sincícios funcionais permite que os átrios se contraiam pouco antes da contração ventricular, o que é importante para a eficiência do bombeamento cardíaco.



Potenciais de Ação no Músculo Cardíaco



 O potencial de ação  registrado no músculo ventricular, mostrado no traçado inferior da Fig. 9.3, tem cerca de 105 mV, o que significa que o potencial de membrana, normalmente negativo, entre os batimentos, por cerca de -85 mV, tem sem valor aumentado para um valor positivo, de cerca de +
 20 mV, durante cada batimento. Após a ponta (spike) inicial, a membrana permanece despolarizada por cerca de 0,2 s no músculo atrial e cerca de 0,3 s no músculo ventricular, apresentando platô, como mostra na Fig. 9.3, seguindo, ao final do platô, por abrupta repolarização. A presença desse platô no potencial de ação faz com que a contração muscular dure 15 vezes mais no músculo cardíaco que no músculo esquelético. 




 Fig. 9.3 Potencial de ação rítmicos (em milivolts) da fibra de Purkinje e de uma fibra muscular ventricular, registrados por meio de microeletrodos.

O que Provoca o Longo Potencial de Ação e o Platô ?

 Neste ponto, devemos levantar a questão: por que o potencial de ação do músculo cardíaco é tão longo, e porque apresenta o platô, enquanto no músculo esquelético isso não ocorre? As repostas, com bases biofísicas, para essas questões são pelo menos duas diferenças importantes entre as propriedades de membrana dos músculos cardíacos e esquelético apontam para o potencial de ação prolongado e o platô no músculo cardíaco.
 Primeiro, o potencial de ação do músculo esquelético é provocado, quase inteiramente, pela abertura repentina de grande número dos chamados canais rápidos de sódio, que permitem a entrada de imensa quantidade de íons sódio para a fibra muscular esquelética. Esses canais são chamados canais "rápidos", porque somente permanecem abertos durante poucos décimos de milésimos de segundo, fechando-se, em seguida, abruptamente. Ao final desse fechamento, ocorre a repolarização, e o potencial de ação termina dentro de cerca de um décimo de milésimo de segundo ou pouco mais.
 Por outro lado, no músculo cardíaco, o potencial de ação é provocado pela abertura de dois tipos de canais:(1) os mesmos canais rápidos de sódio, como no músculo esquelético, e (2) outra população, inteiramente diferente, de canais lentos de cálcio, também chamados canais cálcio-sódio. Essa segunda população de canais difere dos canais rápidos de sódio por terem abertura mais lenta, e, o que é mais importante, permanecem abertos por vários décimos de segundos. Durante esse tempo, grande quantidade de íons cálcio e sódio flui, por esses canais, para o interior da fibra muscular cardíaca, o que mantém o período prolongado de despolarização, causando o platô no potencial de ação. Além disso, os íons cálcio que entram durante esse potencial de ação têm participação importante na excitação do processo contrátil da fibra muscular, que é outra diferença entre o músculo cardíaco e o músculo esquelético.
 A segunda diferença funcional mais importante entre o músculo cardíaco e o músculo esquelético que ajuda a explicar o potencial de ação prolongado de seu platô é : imediatamente após o início do potencial de ação, a permeabilidade da membrana do músculo cardíaco para os íons potássio diminui por cerca de cinco vezes, efeito que não ocorre no músculo esquelético. Essa redução da permeabilidade ao potássio pode ser provocada pelo influxo excessivo de cálcio pelos canais de cálcio, como já descrito. Independente de sua causa, a permeabilidade reduzida ao potássio diminui acentuadamente o efluxo de íons potássio durante o platô do potencial de ação, impedindo o retorno precoce da voltagem do potencial de ação para seu valor de repouso. Quando os canais lentos de cálcio e de sódio fecham ao término de 0,2 a 0,3 s, e o influxo de íons cálcio e sódio cessa, a permeabilidade da membrana para os íons potássio aumenta rapidamente; essa perda rápida de potássio, pela fibra, retorna o potencial de ação para o seu valor de repouso, dando fim ao potencial de ação.

 

terça-feira, 23 de maio de 2017

Fotos Vértebras Cervicais Vista Superior, Inferior e Lateral






Coluna Vertebral, Vista Lateral


Foto Características Palpáveis do Dorso


segunda-feira, 15 de maio de 2017

QUESTÕES DE PATOLOGIA GERAL

Questão 1


Ao avaliarmos uma lesão de pele produzida por um trauma físico observamos que ao primeiro dia a lesão apresenta-se úmida e sanguinolenta, mas se observarmos em poucos dias, podemos perceber a redução da área afetada e a presença de fibrina ("casquinha"), conferindo um aspecto seco. O que justifica a mudança na lesão é que:
Escolha uma:
Correto

Questão 2


O ciclo cardíaco de bombeamento do sangue depende do bom funcionamento das válvulas cardíacas, que são as responsáveis em direcionar o fluxo sanguíneo. A válvula localizada na aorta tem como objetivo impedir o refluxo do sangue para a câmara ventricular esquerda, quando este entra em diástole (relaxamento), permitindo que o sangue seja direcionado para circulação sistêmica, atendendo as necessidades do corpo, inclusive cerebrais. Em situações em que a válvula falha e ocorre retorno do sangue para o ventrículo esquerdo, o volume de sangue que chega ao sistema nervoso é reduzido, consequentemente ocorre um comando para que o coração trabalhe mais (aumente a frequência e a força de contração). A consequência na massa muscular ventricular será/serão:
Escolha uma:
Correto

Questão 3


O processo celular em que ocorre a morte da célula associado a heterólise, com a formação de pus formando abcessos é denominado:
Escolha uma:
Correto

Questão 4


O acúmulo de colesterol e seus ésteres em células musculares lisas e macrófagos da parede de vasos arteriais de grande e médio calibre, inclusive nas coronárias, em função de hipercolesterolemia (aumento de colesterol plasmático) é denominado:
Escolha uma:
Correto

Questão 5


Dentre os eventos relacionados ao processo inflamatório, qual deles é o responsável pelos seguintes sinais cardinais : tumor, rubor e calor?
Escolha uma:
Correto

Questão 6


 Nas lesões dos tecidos moles, fisiologicamente nosso organismo segue uma ordem que pode ser dividida em várias fases. Assinale a alternativa que corresponde à ordem correta dessas fases 
Escolha uma:
Correto

Questão 7


Quando as bordas de uma lesão estão afastadas, a formação do tecido de granulação é mais intensa, para manter o preenchimento do defeito, e a reepitelização é mais lenta, sendo portando um processo denominado de:
Escolha uma:
Correto

Questão 8

Sabendo-se que são várias etapas que envolvem a carcinogênese, como é denominada a fase em que ocorre a expansão clonal das células que sofreram mutação? 
Escolha uma:
Correto

Questão 9


Os raios X são considerados com baixo potencial oncogênico, sendo o mecanismo mutagênico indireto, pela formação de radicais livres. Uma característica desta radiação que permite menor interação com as biomoléculas é:
Escolha uma:
Correto

Questão 10


A Fenilcetonúria é causada por uma mutação. É uma doença hereditária. Os bebês com fenilcetonúria não possuem uma enzima chamada fenilalanina hidroxilase, necessária para processar fenilalanina em tirosina. Sem essa enzima, os níveis de fenilalanina e de duas substâncias associadas a ela automaticamente crescem no organismo. Tais substâncias são prejudiciais ao sistema nervoso central e podem causar dano cerebral. Neste caso, podemos dizer que a causa da doença é decorrente de:
Escolha uma:
Correto

Questão 11


Qual dos mecanismos abaixo que favorece a formação do edema? 
Escolha uma:
Correto

Questão 12


Em consequência de uma hemorragia externa é possível ocorrer um choque circulatório, cujo estágio compensatório pode reverter o colapso mediante respostas fisiológicas. Com base nessa afirmativa assinale a alternativa que descreve de forma correta uma dessas respostas fisiológicas. 
Escolha uma:
Correto

QUESTÕES DE MICROBIOLOGIA


Questão 1


Com base na análise da figura de uma célula bacteriana típica, é correto afirmar:
Escolha uma:
Correto

Questão 2


Uma indústria farmacêutica implantou um sistema de comprimidos com uma dosagem 25% menor que o valor estabelecido em seu projeto. Esse fato se caracteriza como uma não conformidade e assume importância fundamental na relação da organização com o cliente. Diante desse problema, o farmacêutico que atua como gerente de qualidade deverá:
 I. realizar análises críticas do caso para identificar a origem de uma não conformidade com esta gravidade.
II. gerar registros de acompanhamento do produto não conforme, sem segregá-lo, para evitar instabilidade desnecessária na indústria e em sua imagem comercial.
III. trabalhar o produto não conforme, por ações corretivas, tentando adequá-lo às especificações de seu projeto.
IV. conservar o produto não conforme segregado na empresa, mesmo que as ações corretivas aplicadas não consigam resolver sua não conformidade.
 São corretas apenas as condutas

Escolha uma:
Correto

Questão 3


Estrutura resultante de célula Gram-negativa que perdeu a parede celular:
Escolha uma:
Correto

Questão 4


Em relação à morfologia, as bactérias com as formas esféricas, de bastão, em cachos de uva e em colar, denominam-se, respectivamente:
Escolha uma:
Correto

Questão 5


Bactéria Gram-positiva produtora de esporo:
Escolha uma:
Correto

Questão 6


Em relação à microbiota normal podemos afirmar:
Escolha uma:
Correto

Questão 7

Estrutura bacteriana que mais participa das características morfo-tintorial das bactérias:
Escolha uma:
Correto

Questão 8


Indique em qual dos seres vivos, citados a seguir, o ácido desoxirribonucléico (DNA) e o ácido ribonucléico (RNA) não ocorrem em um mesmo indivíduo: 
Escolha uma:
Correto

Questão 9


Qual a ação dos seguintes agentes ou processos em que pode ocorrer uma reversão bacteriana: 
Escolha uma:
Correto

Questão 10


Esterilização de materiais termolábil. As soluções (vitaminas, antibióticos, etc) não podem ser esterilizadas pelo calor sem sofrer graves alterações. As preparações que contêm compostos termolábeis são esterilizados por:
Escolha uma:
Correto